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Primeiro caso de febre chikungunya contraído no Rio Grande do Sul é registrado em Esteio | Rio Grande do Sul – Folha Nobre

Varredura foi realizada no entorno da casa da mulher, para encontrar água parada, onde o mosquito que provoca a doença se reproduz — Foto: Divulgação/AENVarredura foi realizada no entorno da casa da mulher, para encontrar água parada, onde o mosquito que provoca a doença se reproduz — Foto: Divulgação/AEN

Varredura foi realizada no entorno da casa da mulher, para encontrar água parada, onde o mosquito que provoca a doença se reproduz — Foto: Divulgação/AEN

O primeiro caso de febre chikungunya contraído no Rio Grande do Sul foi confirmado nesta quinta-feira (4) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde do estado. A paciente é uma mulher, que mora em Esteio, e começou a apresentar sintomas de dores nas articulações, músculos e irritações na pele em 21 de março. A Secretaria Estadual de Saúde não informa o estado de saúde da mulher.

Conforme o órgão, a mulher não tem histórico de viagem. A Secretaria Municipal de Saúde realizou varredura próximo à residência da paciente por locais com água parada, onde o mosquito transmissor da doença, o aedes aegypti, se reproduz.

O estado ainda teve um caso confirmado da febre chikungunya, em Porto Alegre, porém importado. Conforme boletim, 31 notificações da doença estão sob investigação e 49 foram descartadas.

A infecção por chikungunya começa com febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e muita dor nas articulações (joelhos, cotovelos, tornozelos e pulsos), em geral, dos dois lados, podendo também apresentar, em alguns casos, manchas vermelhas ou bolhas pelo corpo. O quadro agudo dura até 15 dias e cura espontaneamente.

Nos primeiros meses do ano, o estado também registrou 81 casos de dengue, dos quais 42 são autóctones.

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